Leite

Tendo vindo a desempenhar um papel destacado na modernização da indústria de lacticínios, desde o período de pré adesão de Portugal á Comunidade Económica Europeia, bem como no âmbito dos sucessivos quadros comunitários de apoio da UE, a Agropromotora desde o inicío da década de 80 que se internacionalizou neste domínio da agroindústria sendo de salientar a sua presença continuada no mercado angolano

                                       

 

 

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Carne

A Agropromotora cedo se internacionalizou, sendo hoje detentora de soluções que compreendem desde micro unidades multi espécies, até centros de abate e transformação de grande dimensão, procurando sempre na inovação e adequação tecnológica, garantir a melhor qualidade da carne. O rigor no controlo higio-sanitário é um denominador comum da Agropromotora neste sector. Objecto de aturado estudo são as particularidades a preservar nos produtos tradicionais, artesanais e regionais, nomeadamente ao nível do fumeiro e dos enchidos, evitando que a modernização industrial e o cumprimento das normas internacionais de salubridade, acarretem a descaracterização e consequente desvalorização do produto laborado.

 

Para além de ter projectado e participado na implementação, ou mesmo construído, em regime de “chave na mão”, dezenas de unidades de abate no Continente, a Agropromotora tem dado um diversificado contributo na modernização das instalações de abate e transformação das Ilhas, com especial destaque para as da Região Autónoma dos Açores.

 

Sumo

A fileira da fruta tem nos sumos e seus derivados a sua principal componente. A Agropromotora concebeu, projectou e/ou implementou em regime “chave na mão” várias unidades de processamento de fruta, com especial destaque para o maior complexo Agro-industrial até hoje construído na República de Angola, o projecto “Laranjinha” propriedade de “A Nossa Terra, S.A.”, com sede na Humpata, Província da Huíla. No domínio dos sumos e seus derivados a experiência da Agropromotora estende-se sobretudo aos seguintes domínios:

  • Extracção de sumo, com especial ênfase no sector dos citrinos
  • Concentração em sistemas contínuos e descontínuos
  • Pasteurização e embalagem asséptica
  • Produção de fermentados
  • Refrigerantes com e sem gás
  • Linhas de enchimento em PET e vidro

O dimensionamento das unidades de extracção e concentração, bem como a tecnologia a adoptar, são especial preocupação na concepção e projecto, tentando compatibilizar a industrialização com as potencialidades actuais e futuras, quer a montante (pomares existentes, em renovação e projectados), quer a jusante (mercado real, potencial e estudo dos diferentes cenários previsíveis de evolução). 

 

Água

Com experiência na concepção, projecto e construção de unidades de captação e engarrafamento de água de nascente, a Agropromotora, tem dedicado especial atenção à embalagem em PET de diferentes capacidades. Destaca-se a independência face às construtoras de equipamentos, o que permite a optimização das linhas, dada a liberdade na escolha das opções mais adequadas para cada uma das fases do processamento:


— captação, filtragem, armazenagem, produção de embalagens (sopro), enxaguamento, enchimento, capsulagem e finalmente rotulagem, agrupamento e paletização.

 


A Empresa soube desenvolver o projecto de concepção das linhas, passando da fase do sopro/silagem/posicionamento para a produção em linha, com os inerentes ganhos de produtividade, minimização de não conformidades e redução do investimento.

A internacionalização no domínio da água é uma realidade, sendo de destacar que a Agropromotora projectou e construiu a única unidade de produçao de água de nascente a operar no mercado angolano — “Água da CheIa”.

No domínio das águas de mesa é preocupação dominante da Agropromotora a optimizacão dos sistemas de captação filtragem e purificação. A concepção das unidades envolve obrigatoriamente mecanismos laboratoriais de controlo de qualidade da nascente/captação ao controlo da embalagem e do produto final.

 

 

 

 

Vinho

No sector vinícola, a actividade da Agropromotora tem vindo a ser desenvolvida em termos de prestação de serviços de concepção e projectos, quer para o caso de novas adegas, quer sobretudo para a remodelação e modernização de instalações existentes, de acordo com as especificidades da região em que estes se inserem e das características intrínsecas que devem caracterizar os vinhos a produzir, permitindo a utilização de técnicas modernas e eficientes de vinificação, armazenagem, estabilização e engarrafamento.


O modelo de intervenção nesta área, estende-se, desde a sua concepção inicial (implantação e lay-out), passando pelos processos de Licenciamento da Actividade Industrial (aspectos tecnológicos, higio-sanitários, incidências ambientais e condições de segurança), pelos processos de Licenciamento Municipal (aspectos arquitectónicos, construtivos e engenharias de especialidades), por Projectos de Execução para as obras, instalações e equipamentos e finalmente pelo acompanhamento dos trabalhos até que as adegas sejam consideradas conformes para lhes ser atribuída a licença de laboração.


Para a vertente empresarial, são elaborados diagnósticos, estudos financeiros e económicos e processos de candidatura às ajudas ao investimento, no âmbito dos Quadros Comunitários de Apoio.


Neste sector a Agropromotora tem uma abrangência Nacional, com projectos desde a Região do Douro até ao Alentejo, em adegas de “produtor-engarrafador”, (vinhos de quinta) e adegas “industriais”, particulares ou de associações, sendo as capacidades projectadas também muito variadas.

Azeite

No domínio do azeite é vasta a experiência da Agropromotora na elaboração de projectos para novos lagares e modernização de instalações existentes. Sobretudo no Alentejo, têm vindo a registar-se alterações significativas na produção da azeitona, concretamente a reconversão de olivais existentes e especialmente a plantação de novos,em áreas de grande dimensão e adoptando técnicas culturais modernas, daqui resultando um aumento considerável desta matéria prima vegetal.

 

Os nossos projectos, incorporam os princípios de eco-eficiência global, de segurança alimentar e de condições de trabalho, consentâneas com as exigências legais em vigor, bem como os cuidados em termos de colheita da azeitona e na recepção e armazenagem de azeite que, aliados às melhorias tecnológicas, nomeadamente à utilização do processo contínuo de extracção por centrifugação em duas fases, permitem cada vez mais o aumento da percentagem de Azeite Virgem Extra, em detrimento de qualidades inferiores.

 

A eliminação da produção de águas ruças, altamente problemáticas sob o ponto de vista ambiental, e o facto de toda a energia térmica para a instalação ser obtida pela queima do caroço de azeitona, prova que caminhamos no sentido de conseguirr um produto de grande valor alimentar, de qualidade e rentável, em lagares cujo impacto ambiental se minimiza cada vez mais.

Fruta e Legumes

Englobando numa primeira linha a selecção, calibragem, embalagem e distribuição do produto em natureza, a intervenção neste domínio é complementada pelo processamento industrial, que se estende da pré-preparacão culinária, à conserva, polpização e ultracongelação.


A implementação de unidades modelares que garantam o total aproveitamento da truta e legumes, obriga à concepção e projecto de empreendimentos assentes na diversificação de processos e de produtos manufacturados, evitando assim
a sazonalidade da laboração e alargando a gama da oferta, recorrendo frequentemente à multi-utilização dos equipamentos instalados.


À multiplicidade de processos sucede-se a diversidade da embalagem, de acordo com a melhor adequação ao produto a comercializar, sendo neste domínio significativo o recurso ao cartão e película (fruta e legumes em natureza), ao vidro
(doces, compotas e picHes), à lata (conservas, fruta em calda polpas, bem como ao PET e PVC (condimentos, pré cozinhados e ultracongelados e catering).


A adequação do dimensionamento das unidades implica uma especial atenção às áreas de recepção e “stocagem”, quer a montante quer a jusante do processamento, havendo necessidade de saber optimizar os espaços e equipamentos de conservação, muito em especial no projecto das instalações frigoríficas.

Tomate

Ao longo das suas três décadas de existência, a Agropromotora conta com numerosos trabalhos de concepção, projecto e implementação de unidades de processamento industrial do tomate, desde o concentrado ao tomate pelado, passando pelas polpas, triturados, sumos, condimentos e molhos.

 

 

Com efeito, a Empresa tem vindo a protagonizar projectos, desde a instalação e/ou a reabilitação das “velhas” fábricas de concentrado, baseadas na tecnologia da concentração descontinua (boules), às modernas unidades de produção diversificada, utilizando quer o tomate em natureza, quer o concentrado como matéria-prima, capazes de satisfazer a crescente procura de preparados e pré cozinhados, de qualidade e sem aditivos e de uma extensa gama de produtos de consumo directo, seja em embalagens destinadas ao canal “horeca”, seja para utilização do consumidor individual.

 


A passagem do concentrado de tomate a produto de utilização intermédia, com uma forte concorrência internacional, sobretudo após a entrada da Califórnia e mais recentemente da China no mercado, veio obrigar a repensar o desenho das “tradicionais fábricas de concentrado”. O correcto dimensionamento das unidades de produção, a diversificação da produção, abandonando o regime de mono produto, bem como a adopção de sistemas de produção e recuperação de energia ainda mais eficientes e recurso a sistemas de selecção totalmente automatizados, foram algumas das medidas implementadas, tendo não só em vista a melhoria do rendimento como, e principalmente, o aumento da qualidade do produto. de modo a viabilizar a sua rentabilidade económica e financeira.

 

 

Actualmente a Agropromotora tem três unidades modelares, destinadas à transformação industrial do tomate, em fase de arranque de funcionamento, de projecto e de concepção, respectivamente, preconizando em todas elas, um quadro de apoio à cultura do tomate para a indústria, de modo a garantir um correcto aprovisionamento das unidades, a optimização do rendimento por hectare e a motivação dos agricultores para a cultura.

 

 


 

 


 
 


 
 
 


 
 
 
 


 
 
 
 


 
 
 

 
 
 


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